domingo, 4 de outubro de 2015

Saudade.


Um inicio opaco, turvo em sua essência, com um gesto conhecido, um vaga consciência de algo lhe é familiar, e então evadem-me imagens cálidas, momentos fragmentados, mais ainda assim doces, quentes.
Este que não passa de vontade, que consome, e reduz a importância de tudo mais, saudade... Que vens adoçar minha boca, mais q por fim torna-se tão amarga.
Quando sentida só, não retribuído o meu amor, tortura meu peito, meu desejo,  de que sintas minha falta, de que me carregues em teu seio.

Saudade, porque me invade?

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