domingo, 9 de novembro de 2014

Os reis.

Os reis.

Vivo num mundo estranho, cheio de contradições gritantes, onde verdades são inconstantes e valores variantes.

Num mundo de capital, da moeda de ouro prata ou bronze, ou seja metal, divido minha vida e períodos, de tempo ou lamento, tanto faz afinal.

Me perco entre os parcos espaços, perdido em embaraços, e de pés descalços caminho entre reis, do petróleo do mercado e isso e tudo o que sei.

Mas nas variantes inconstantes de uma vida de altos e baixos no qual se encaixa de acordo os salários, não o trabalho, que na verdade e ao contrario, quanto mais se faz menos se tem, e assim bem não enriquece ninguém, ninguém além dos reis não sei se inglês os francês, mais os reis, até os sem coroa ou pátria, da bandeira jurada, seguem a malfadada injuria da ambição.


que cega e trata como escravos os pobres coitados que a ela se submetem, e por ela se repetem e repetem, em câmera lenta, o mesmo em ação veloz, mas sempre os mesmos discursos, só que em outra voz. 
B.M.

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