domingo, 9 de novembro de 2014

Arabescos.

Lamina sagas.
Que queima em minhas mãos.
Arabescos forjados.
Em sangue e fogo.
Em cuja pedra negra encandece.
Num horizonte vermelho.
De sangue e glorias.
De um passado marcado.
Busco a sabedoria.
Dos meus antepassados.
Batalhas de honra.
Batalhas de orgulho.
Batalhas de ódio.
Trava em mim.
Lamina mortal.
Do sangue que pulsa em minhas veias.
Ao que escorre por minha lamina.
Rogo pela praga letal.
juras em fim.
E pelos arabescos gravados na carne.
Gravados na alma.
Raios de luz.
Luz de runas.
Trilhe no céu.
Caminho fiel.
Da batalha a liberdade da gloria.
E da gloria a memória.
dos pecados que cometemos.
E pelos sonhos que perdemos.

B.M.

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