domingo, 9 de novembro de 2014

Alegria.

Outro dia acordei e vi que tudo estava diferente.
É diferente, fora do normal, não sabia bem explicar como, mais era como ver através de um filme antigo, é aqueles em preto e branco.
Com tudo em tons assim, ai fui escrever, e vi, não avia caderno ou notboock, encontrei sobre a mesa pena e pergaminho, meu diário, minha letra, da pra acreditar, feita em tinta e desenhada num pergaminho, todo enrolado, as letras? Elas eram negras, as frases poesia, e minha memoria um devaneio, eu... não sabia onde estava o sonho, onde estava o real, e pra falar a verdade não importava, ate... ate que a vi. É... ela estava lá e seus cachos também. Seus olhos me viram antes que a visse.

Aquele tom de âmbar, mais opaco, apagado, e de repente meus olhos é que brilharam, e as letras, essas permaneceram negras, mais suas frase fizeram sentido, sua poesias se acendia em mim, e eu a vi. O âmbar agora faiscava, e ela lia, as cartas e a magia, e se quer sabia que cada letra negra era sua e só sua, minha alegria.   
B.M.

Um comentário:

  1. COMO NÃO GOSTAR DE RECITAR E DE ESCREVER POESIAS E VERSOS, QUE SÃO REMÉDIO PARA AS ALMAS SOLITÁRIAS E APAIXONADAS E PARA OS CASAIS ROMÂNTICOS QUE VIVEM EM UNIVERSO CARREGADOS DE SONHOS E DESEJOS.
    ASS: VAL

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